sábado, 7 de junho de 2008

OS MÉDIA E O DEUS DOS VENTOS

Começa a vir à superfície o que os "peões" da Sedes insinuaram há alguns meses,
na sua profecia da desgraça.
Quem lê e quem se interroga sobre as informações que vão sendo atiradas ao vul-
go com algum estrondo, apercebe-se que alguma "coisa"... se está a preparar nos
bastidores.
Assim, desconfiámos de imediato que a saída daquela "macacada" informativa da
Sedes não passava de um "avé-Maria" encomendado e, como aqueles intelectuais
do suicídio não passam de peões, seria de levantar a questão, donde teria vindo e
a que desgraça se referiam.
Claro que os restantes peões, quase 100% dos média dos quais alguns já ouviram
falar em independência, passaram a avivar e a multiplicar a desgraça. Contudo, a
maior desgraça é aquele que a divulga não se apercebendo que o seu 4º poder é
um peão colectivo ao sabor do Deus-dos-ventos; conforme o quadrante de onde
sopra assim é a sua dança.
Não vale a pena perguntar aos "energumenos" de esferográfica em punho, se co-
nhecem algum período da história de Portugal em que a situação tenha estado me-
lhor. O pedinte elogia o senhor se este "ceder" com alguma generosidade mas,
verifica sempre, com atenção, a dádiva e, ao virar de costas roga-lhe uma praga
se entender que a miséria anda por todo o lado, mesmo onde não se vê. O 4º po-
der nem chega a ser pedinte.
Tiveste a ousadia de travar as intenções agregadores de alguma belmirolice?
Toma!
Queres travar o poder mediático de alguma SIC que passeia por aí?
Toma!
Quem se atreve a desafiar o poder, aquele que não se vê, cai da cadeira sem
saber como, esteja onde estiver.
A desgraça começa sempre pela boca de alguns mas o eco espalha-se rapidamen-
te a todo o povo, sem se questionar.
Por razões desconhecidas (ou talvez não) escreve-se que devido a determinados
acontecimentos ou a divulgação de certo agregado económico o governo, qualquer
que ele seja, obteve uma vitória para, passados alguns meses os mesmos peões
passarem a crucifica-lo exactamente pelos mesmos motivos.
O que vai acontecer daqui a algum tempo já alguns sabem ou decidiram. Basta que
se analisem certos casamentos de conveniência entre certos poderes internacionais,
ainda que, por vezes nos pareçam antagónicos.
Quem não sabe que esses casamentos existem, sorte a sua, vive Feliz.
Cuidem-se.
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